Cidade de ninguém,
Muitos Zé, muitos alguém
Que diuturnamente,
Não tem razão, não usa mente,
Mente os seus valores,
Circo de horrores
Caminhos desconexos,
1000 peões, 10 senhores.
Senhor esta no céu,
Zelando por nós nesse mundo cruel.
Mas, cabe a nós fazer com que a paz saia do papel.
Haja papelada...
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terça-feira, 20 de julho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Transportados
Diariamente milhões de brasileiros utilizam o transporte público para ir ao trabalho, à escola, a um curso, e até mesmo para curtir um momento de lazer, mas a impressão que se tem é que os cidadãos são transportados como se fossem uma mercadoria.
Praticamente em todas as linhas de ônibus, trêns e mêtros, as filas de espera são imensas, o transporte demora a chegar, o desconforto e a sujeira então... Não dá! De fato, a maioria das cidades brasileiras são mal planejadas, mas isso não impede que os políticos descruzem os braços e façam algo, o dinheiro que roubam do povo, deveria ser usado para fazer um planejamento descente e um transporte digno, aliás eles tentam iludir a populção, colocando televisão nos coletivos, como se uma televisão fosse mais importante que um assento, e a integração, duas, três, oito horas, nada que empolgue, é obrigação deles, e à tarifa, um absurdo, muito cara para a situação do transporte.
Mas esperar o que de um político não é...? Enquanto eles andam de carro importado, com suas famílias no maior conforto e luxo, a população brasileira continua indo em pé, pisada, empurrada, humilhada, sendo transportada como se fosse uma mercadoria.
Por Abner Henrique
*Intromissão - Brenda
Apesar de nunca termos feito isso, irei interferir no texto do amigo Abner - com todo o respeito, venho somar e não diluir. Quero traçar aqui, uma analogia, com uma situação passada, que se pensa que não mais acontece, mas, que no entanto é mais presente do que parece e que diz respeito aos transportes. Ora, quantas vezes não vi pessoas que se consideram "moderninhas" , atuais, ''up'' por morarem em São Paulo, a grande metrópole, e que torcem o nariz, quando falamos do norte e nordeste, por exemplo. Quando ouvem falar do pau de arara. Pergutinha para reflexão: há alguma diferença entre os paus de araras que outrora imperaram de forma geral no nordeste do país, e os transportes que migram para a periferia desta grande cidade??? Não vejo lá muitas distinções não viu garotas modernas? O que vejo é que o tempo, as coisas, as pessoas, os governos mudam, mas a história sempre é a mesma...É sempre o Romeu e Julieta de sempre: direita odeia a esquerda que acabam por se matarem e nada mudarem... Só quero que haja essa reflexão pau de arara X busão...
Tchauzinho!!!
Ahhhh já ia me esquecendo: OLHA SÓ o que aconteceu no Grajau quando tentaram manifestar contra o trânsito ruim... Detalhe que ai cabe outra pergunta: segurança pública para quem? Quem a polícia protege? O Estado ou o herege? Deem uma lida, o Passa Palavra produziu um ótimo texto: http://passapalavra.info/?p=24624 . Quem indicou este link foi o André ok?
Até mais!!
Praticamente em todas as linhas de ônibus, trêns e mêtros, as filas de espera são imensas, o transporte demora a chegar, o desconforto e a sujeira então... Não dá! De fato, a maioria das cidades brasileiras são mal planejadas, mas isso não impede que os políticos descruzem os braços e façam algo, o dinheiro que roubam do povo, deveria ser usado para fazer um planejamento descente e um transporte digno, aliás eles tentam iludir a populção, colocando televisão nos coletivos, como se uma televisão fosse mais importante que um assento, e a integração, duas, três, oito horas, nada que empolgue, é obrigação deles, e à tarifa, um absurdo, muito cara para a situação do transporte.
Mas esperar o que de um político não é...? Enquanto eles andam de carro importado, com suas famílias no maior conforto e luxo, a população brasileira continua indo em pé, pisada, empurrada, humilhada, sendo transportada como se fosse uma mercadoria.
Por Abner Henrique
*Intromissão - Brenda
Apesar de nunca termos feito isso, irei interferir no texto do amigo Abner - com todo o respeito, venho somar e não diluir. Quero traçar aqui, uma analogia, com uma situação passada, que se pensa que não mais acontece, mas, que no entanto é mais presente do que parece e que diz respeito aos transportes. Ora, quantas vezes não vi pessoas que se consideram "moderninhas" , atuais, ''up'' por morarem em São Paulo, a grande metrópole, e que torcem o nariz, quando falamos do norte e nordeste, por exemplo. Quando ouvem falar do pau de arara. Pergutinha para reflexão: há alguma diferença entre os paus de araras que outrora imperaram de forma geral no nordeste do país, e os transportes que migram para a periferia desta grande cidade??? Não vejo lá muitas distinções não viu garotas modernas? O que vejo é que o tempo, as coisas, as pessoas, os governos mudam, mas a história sempre é a mesma...É sempre o Romeu e Julieta de sempre: direita odeia a esquerda que acabam por se matarem e nada mudarem... Só quero que haja essa reflexão pau de arara X busão...
Tchauzinho!!!
Ahhhh já ia me esquecendo: OLHA SÓ o que aconteceu no Grajau quando tentaram manifestar contra o trânsito ruim... Detalhe que ai cabe outra pergunta: segurança pública para quem? Quem a polícia protege? O Estado ou o herege? Deem uma lida, o Passa Palavra produziu um ótimo texto: http://passapalavra.info/?p=24624 . Quem indicou este link foi o André ok?
Até mais!!
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sábado, 24 de abril de 2010
(Meu Deus, onde chegamos?)*
* para entender do que estou falando, assista o vídeo primeiro!
Vi um vídeo que me espantou
Vi um vídeo que me espantou
Mas não era em um vídeo de terror
Era algo muito mais terrível,
Pois distorcia um amor.
Nele algumas ingênuas criancinhas
Eram vítimas de uma atrocidade
Um fenômeno devastador
Existentes em toda rica ou pobre cidade
A menina não tinha amor a si,
Seu amor era para um oposto
Amava o que nunca seria,
Amava algo que lhe fora sutilmente imposto.
O menino também era assim
E a si também tinha por mal,
Ignorava a si mesmo
Anulava seu patrimônio cultural
Em nome de bonecas de plásticos
Que produziam uma falsa realidade
Subtraiam ainda na infância
Algo chamado orgulho, algo que se chama dignidade
Meu Deus, o que aquelas crianças fizeram
Para sofrer com toda essa ganancidade?
Vale a pena inferiorizar toda uma geração
Para vender uma marca, por uma publicidade?
Como permitem isso?
Num século de tanta modernidade?
Isso é fruto de todo esse 'avanço',
Fruto de toda essa hipocritariedade
Um grupo que se diz superior
Sem nada ter provado,
Passa-se por mentiroso,
Mostra que, talvez, seja ele o inferiorizado.
Como uma pele pode alterar
Seu status numa sociedade,
Se para se valorizar
Se usa a mente e não um pigmentado?
O homem está mesmo como uma vela,
Caminhando para o seu fim,
Está dizimando criancinhas
Comercializando sonhos infatis.
Sonhar era para ser prazeroso,
Não um nincho de frustrações
Querem padronizar um povo,
Com padrões de ilusões.
Minam a essência de uma infância,
Que crescem devotados à uma manipulação,
Renegam sua cor, seu povo, sua cultura...
Por um objetivo ínfimo, de outra nação
Não sei se classifico isso como atrocidade,
Ou, um ato sub humano de descompaixão...
Toda essa ruindade, toda a causa disso,
É por um papel estampado com um cifrão.
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
De que jeito? Como?
É indiscutível e inerente à todos que o Estado do jeito que está, não condiz com o disposto nas leis. Nossas leis, até são boas e engraçadas. O ruim é a aplicação das mesmas. Dever ser e ser, sakas?
Na lei, vemos que o Estado tem lá suas obrigações, mas na prática ... (cri, cri, cri). Por exemplo, que desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade, goza um menino que cresceu em meio ao tráfico?(Art. 3º ECA/1990).
E como um estado pode garantir a igualdade entre os iguais, quado o país está imerso na desigualdade e é adepto do capitalismo?
Antes que o pense, nao sou comunista, nem capitalista, socialista, anarquista... Enfim, não concordo com esse sistemase apregôo que a democracia não é o governo do povo, mas do capitalismo. Vai ver tenho razão. Ou não. E por isso discordo do capital inidvidualista, e do social/comum corrupto, já que nenhum se configura como sustentável e beneficia a todos igual e justamente.
Nao sou justiceira, candidata nem revolucionária. Sou cidadã! E como cidadã, acredito que podemos alterar o atual cenário putrefato que vivemos, seja ajudando, conscientizando e discursando ou simplesmente nos botões da urna. Mas, como agir, se enquanto escrevo, tem panetone e dinheiro em meia em Brasília, barraco cheio de água, criança dando a luz a criança, meninas sensualizando-se no funk, menino se aliciando ao tráfico, pais se divorciando e uma nação de olho no BBB?
Aí é que entra a palavra! Sim, meus desnomeados, as palavras. A palavra é fator crucial nisto tudo. São elas quem constroem, hipnotizam, mobilizam, conscientizam, atraem, e mobilizam quem as ouve, le ou escreve. E como não é possível fazer isso em horário nobre na TV aberta (mesmo porque até a TV é aberta para o consumismo e fechada para o público, ao povo). E o próprio povo optaria por "economizar energia" à ter de ouvrinos sem estar afim, como fazem com o horário político.
Por isso optmaos pelo blog, onde ler quem quer, entende quem puder e segue quem bem quiser.
Estamos ansiosos por cidadania e para politicar! E lembre-se;
A política no brasil é Antiga.
Antigo por vezes é experiente e imutável.
Nós somos jovens inexperientes e inovadores.
Experimente EXPERIÊNCIA + INOVAÇÃO = nossa missão!
Na lei, vemos que o Estado tem lá suas obrigações, mas na prática ... (cri, cri, cri). Por exemplo, que desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade, goza um menino que cresceu em meio ao tráfico?(Art. 3º ECA/1990).
E como um estado pode garantir a igualdade entre os iguais, quado o país está imerso na desigualdade e é adepto do capitalismo?
Antes que o pense, nao sou comunista, nem capitalista, socialista, anarquista... Enfim, não concordo com esse sistemase apregôo que a democracia não é o governo do povo, mas do capitalismo. Vai ver tenho razão. Ou não. E por isso discordo do capital inidvidualista, e do social/comum corrupto, já que nenhum se configura como sustentável e beneficia a todos igual e justamente.
Nao sou justiceira, candidata nem revolucionária. Sou cidadã! E como cidadã, acredito que podemos alterar o atual cenário putrefato que vivemos, seja ajudando, conscientizando e discursando ou simplesmente nos botões da urna. Mas, como agir, se enquanto escrevo, tem panetone e dinheiro em meia em Brasília, barraco cheio de água, criança dando a luz a criança, meninas sensualizando-se no funk, menino se aliciando ao tráfico, pais se divorciando e uma nação de olho no BBB?
Aí é que entra a palavra! Sim, meus desnomeados, as palavras. A palavra é fator crucial nisto tudo. São elas quem constroem, hipnotizam, mobilizam, conscientizam, atraem, e mobilizam quem as ouve, le ou escreve. E como não é possível fazer isso em horário nobre na TV aberta (mesmo porque até a TV é aberta para o consumismo e fechada para o público, ao povo). E o próprio povo optaria por "economizar energia" à ter de ouvrinos sem estar afim, como fazem com o horário político.
Por isso optmaos pelo blog, onde ler quem quer, entende quem puder e segue quem bem quiser.
Estamos ansiosos por cidadania e para politicar! E lembre-se;
A política no brasil é Antiga.
Antigo por vezes é experiente e imutável.
Nós somos jovens inexperientes e inovadores.
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"Um mundo novo é possível!'
"Mas, por mais eficiente que eu seja, jamais serei tão boa quanto eu você juntos."
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